quinta-feira, 13 de maio de 2010

Poder & Amor

Assisti dois dias atrás a palestra de Adam Kahane, autor do livro: Poder & amor : teoria e prática da mudança social.
Ainda não iniciei a leitura do livro, entretanto, uma coisa me chamou atenção nesta palestra: quando ele mencionou que é preciso utilizar 100% do poder e 100% do amor na gestão de nossos negócios e negociações. Uma questão ficou em minha cabeça: e se o que tenho como característica corresponde a 70% de poder e 30% de amor? Mesmo fazendo uso de 100% de cada um desses ingredientes ainda não posso garantir que será o suficiente para exercer um bom papel na organização em que estou inserido e nem tampouco para minha equipe. Dessa forma, minha singela opinião, sem ainda ter lido o livro, é de que devemos desenvolver ambas as características de modo que fiquemos o mais equilibrados possível, certo?
Deve ser possível, pois acredito ter conhecido pessoas assim, mas acho também que é necessário ter a humildade de admitir as dificuldades para se alcançar esse equilíbrio e saber pedir ajuda.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ninguém é insubstituível?

Esse texto foi graciosamente compartilhado comigo por um colega de trabalho, pois seguimos mais ou menos a mesma linha de raciocínio no que tange as relações corporativas. Obrigada meu amigo!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível".

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ..".

É bom para refletir e se valorizar!"

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Relacionamento Interpessoal? O que é isso?

Hoje em dia, praticamente todas as vagas de emprego listam como uma das características procuradas no candidato o bom relacionamento interpessoal.
Entretanto, muitas pessoas pensam: "como será avaliado este aspecto durante o processo de seleção?"
Entendo que a forma mais provável de se analisar isto deva ser através da realização de uma dinâmica, onde o avaliador fará com que os candidatos passem por situações onde tenham que expressar sentimentos e, assim, criar um ambiente de adversidade. É claro que as pessoas com vasta experiência em processos de seleção e com o auto-controle bastante desenvolvido terão a possibilidade de se sair bem no processo e podeM até "enganar" o recrutador. Mas é importante dizer que essa máscara cairá mais cedo ou mais tarde, pois no dia-a-dia é pouco provável que QUEM não saiba trabalhar em equipe consiga se maNter impassível diante das situações que lhe forem apresentadas. Isso fará com que essa pessoa se descontrole e crie um clima bastante desfavorável, afetando inclusive o clima organizacional.
Por esta razão, é imprescindível termos o gestor desempenhando o papel para o qual deve ter sido preparado. É o gestor que deve administrar o conflito e fazer com que o clima seja agradável.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Feedback para o chefe. É possível?

Partindo do pressuposto de que o feedback para o chefe será sobre fatos observados, vistos e percebidos, a resposta é sim. Entretanto, é preciso saber se realmente o seu chefe está preparado para receber o feedback. O melhor é que o chefe solicite o feedback, mas ainda assim deve haver respeito mútuo entre ambas a partes para que isso aconteça.
Desse modo, é ainda necessário não se deixar levar pela emoção, é preciso se colocar no lugar do outro e tentar entender qual a linha de raciocínio dessa pessoa, como age e como ela se sentirá ao receber a informação e avaliação que voce fará de seus atos e decisões.
Por fim mas não menos importante, é necessário aceitar o outro e entender que seu feedback não deve ter como intenção que o outro mude seu jeito de ser, pois realmente essa não é a função do feedback. Meu entendimento é de que o feedback é a ferramenta que auxilia as pessoas a se desenvolverem.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Existe a empresa certa para se trabalhar?

Tenho como filosofia de vida pensar que o lugar não faz diferença, mas as pessoas fazem a diferença para o lugar. Por esta razão, imagino que não exista o emprego certo, existe a carreira que voce escolheu seguir e sua vocação para desempenhar aquela atividade.
Por outro lado, diversas vezes escutamos pessoas que se dizem insatisfeitas com a empresa em que trabalham. Será que o problema é realmente a empresa?
Li um artigo bem interessante sobre este tema e compartilho o link com voces, pois pode servir de insite para tomada de decisão: http://www.careercenter.com.br/?sessao=noticias&pagina=ler_midia&nid=1538

Boa leitura!

domingo, 25 de abril de 2010

As melhores empresas para se trabalhar

Durante minha pós-graduação, tive oportunidade de conversar com um palestrante que foi falar sobre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Naquela ocasião, a empresa primeira colocada no ranking era a mesma em que um amigo meu trabalhava. Curiosamente, quando comentei com esse amigo os critérios estabelecidos para que sua empresa recebesse o prêmio, ele dizia-se incomodado, pois ao contrário do que a suposta pesquisa havia coletado, as características da empresa que eram consideradas pontos fortes, eram odiadas pelos colaboradores, não seriam consideradas como vantagens e muito menos entrariam numa pesquisa como diferenciais de qualidade de vida na empresa.
Desse modo, podemos concluir que eventualmente as pessoas consultadas em pesquisas como essa, podem não ser as pessoas que estão no front line ou ainda, talvez essas pessoas tenham outros interesses que as levem a dar informações diferentes daquelas das que fazem o trabalho.
Hoje saiu uma matéria no Folha Online que traz algumas informações importantes sobre prêmios vendidos para empresas e empresários. Seguramente existem empresas muito boas para se trabalhar, mas que não necessariamente foram ou serão contempladas com prêmios ou selos de qualidade. Por fim, o reconhecimento está em nossa percepção sobre a empresa em que trabalhamos e no que fazemos para que o ambiente seja o melhor possível, pois afinal de contas, estamos a maior parte de nosso tempo no trabalho e merecemos passar boas horas neste ambiente.
Para mais informações sobre a matéria de hoje, clique no link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u725643.shtml

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mulher no ambiente corporativo

Será que realmente é difícil trabalhar com as mulheres? Como mulher, tendo a dizer que tenho ótimas colegas de trabalhos e outras, poucas, que são amigas nos dias de hoje. Com uma ou duas dessas colegas, posso dizer que terei amizade para sempre.
Por outro lado, no que diz respeito a ter uma chefe mulher...bem, as experiências não são tão felizes assim. Claro que é possível encontrar mulheres que são verdadeiras líderes, mas mesmo correndo o risco de parecer um tanto quanto machista, confesso que tive menos dificuldade de trabalhar com chefes do sexo masculino.