Hoje em dia, praticamente todas as vagas de emprego listam como uma das características procuradas no candidato o bom relacionamento interpessoal.
Entretanto, muitas pessoas pensam: "como será avaliado este aspecto durante o processo de seleção?"
Entendo que a forma mais provável de se analisar isto deva ser através da realização de uma dinâmica, onde o avaliador fará com que os candidatos passem por situações onde tenham que expressar sentimentos e, assim, criar um ambiente de adversidade. É claro que as pessoas com vasta experiência em processos de seleção e com o auto-controle bastante desenvolvido terão a possibilidade de se sair bem no processo e podeM até "enganar" o recrutador. Mas é importante dizer que essa máscara cairá mais cedo ou mais tarde, pois no dia-a-dia é pouco provável que QUEM não saiba trabalhar em equipe consiga se maNter impassível diante das situações que lhe forem apresentadas. Isso fará com que essa pessoa se descontrole e crie um clima bastante desfavorável, afetando inclusive o clima organizacional.
Por esta razão, é imprescindível termos o gestor desempenhando o papel para o qual deve ter sido preparado. É o gestor que deve administrar o conflito e fazer com que o clima seja agradável.
Este blog tem como objetivo discutir questões ligadas ao desenvolvimento das pessoas no mundo corporativo. Os dilemas, as questões não resolvidas ou resolvidas de forma equivocada. Além disso, pretende coletar material para um livro que traga informações sobre casos reais do mundo corporativo (sem citar nomes, este livro tenciona discorrer sobre a teoria aplicada no dia-a-dia das organizações). Quem não tem uma história para contar que atire a primeira pedra!
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Olá Sonia,
ResponderExcluirDo fim para o começo:
- O clima não precisa ser agradável, mas deve ser verdadeiro. O mundo só parece redondo, mas na realidade ele possui muitas imperfeições. O ambiente de trabalho não poderia ser diferente e deve, via de regra, reproduzir o comportamento do exterior.
O grande sucesso do trabalho em grupo consiste em manter a convivência e extrair dela o melhor para as pessoas, individual e coletivamente, e também para a corporação.
O processo de seleção utiliza-se de ferramentas que permitem antecipar situações de stress que poderiam ocorrer no dia-a-dia e seus possíveis resultados.
É claro que, como todas as ferramentas, estas também podem falhar. Ou, o mais comum, as pessoas falharem na aplicação ou na interpretação dos resultados.
Outro aspecto é que já existem pessoas que treinam para participar destes processos seletivos. Mas isto é mais um desafio para os profissionais selecionadores.
Um abraço,
Wilson.