Partindo do pressuposto de que o feedback para o chefe será sobre fatos observados, vistos e percebidos, a resposta é sim. Entretanto, é preciso saber se realmente o seu chefe está preparado para receber o feedback. O melhor é que o chefe solicite o feedback, mas ainda assim deve haver respeito mútuo entre ambas a partes para que isso aconteça.
Desse modo, é ainda necessário não se deixar levar pela emoção, é preciso se colocar no lugar do outro e tentar entender qual a linha de raciocínio dessa pessoa, como age e como ela se sentirá ao receber a informação e avaliação que voce fará de seus atos e decisões.
Por fim mas não menos importante, é necessário aceitar o outro e entender que seu feedback não deve ter como intenção que o outro mude seu jeito de ser, pois realmente essa não é a função do feedback. Meu entendimento é de que o feedback é a ferramenta que auxilia as pessoas a se desenvolverem.
Este blog tem como objetivo discutir questões ligadas ao desenvolvimento das pessoas no mundo corporativo. Os dilemas, as questões não resolvidas ou resolvidas de forma equivocada. Além disso, pretende coletar material para um livro que traga informações sobre casos reais do mundo corporativo (sem citar nomes, este livro tenciona discorrer sobre a teoria aplicada no dia-a-dia das organizações). Quem não tem uma história para contar que atire a primeira pedra!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Existe a empresa certa para se trabalhar?
Tenho como filosofia de vida pensar que o lugar não faz diferença, mas as pessoas fazem a diferença para o lugar. Por esta razão, imagino que não exista o emprego certo, existe a carreira que voce escolheu seguir e sua vocação para desempenhar aquela atividade.
Por outro lado, diversas vezes escutamos pessoas que se dizem insatisfeitas com a empresa em que trabalham. Será que o problema é realmente a empresa?
Li um artigo bem interessante sobre este tema e compartilho o link com voces, pois pode servir de insite para tomada de decisão: http://www.careercenter.com.br/?sessao=noticias&pagina=ler_midia&nid=1538
Boa leitura!
Por outro lado, diversas vezes escutamos pessoas que se dizem insatisfeitas com a empresa em que trabalham. Será que o problema é realmente a empresa?
Li um artigo bem interessante sobre este tema e compartilho o link com voces, pois pode servir de insite para tomada de decisão: http://www.careercenter.com.br/?sessao=noticias&pagina=ler_midia&nid=1538
Boa leitura!
domingo, 25 de abril de 2010
As melhores empresas para se trabalhar
Durante minha pós-graduação, tive oportunidade de conversar com um palestrante que foi falar sobre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Naquela ocasião, a empresa primeira colocada no ranking era a mesma em que um amigo meu trabalhava. Curiosamente, quando comentei com esse amigo os critérios estabelecidos para que sua empresa recebesse o prêmio, ele dizia-se incomodado, pois ao contrário do que a suposta pesquisa havia coletado, as características da empresa que eram consideradas pontos fortes, eram odiadas pelos colaboradores, não seriam consideradas como vantagens e muito menos entrariam numa pesquisa como diferenciais de qualidade de vida na empresa.
Desse modo, podemos concluir que eventualmente as pessoas consultadas em pesquisas como essa, podem não ser as pessoas que estão no front line ou ainda, talvez essas pessoas tenham outros interesses que as levem a dar informações diferentes daquelas das que fazem o trabalho.
Hoje saiu uma matéria no Folha Online que traz algumas informações importantes sobre prêmios vendidos para empresas e empresários. Seguramente existem empresas muito boas para se trabalhar, mas que não necessariamente foram ou serão contempladas com prêmios ou selos de qualidade. Por fim, o reconhecimento está em nossa percepção sobre a empresa em que trabalhamos e no que fazemos para que o ambiente seja o melhor possível, pois afinal de contas, estamos a maior parte de nosso tempo no trabalho e merecemos passar boas horas neste ambiente.
Para mais informações sobre a matéria de hoje, clique no link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u725643.shtml
Desse modo, podemos concluir que eventualmente as pessoas consultadas em pesquisas como essa, podem não ser as pessoas que estão no front line ou ainda, talvez essas pessoas tenham outros interesses que as levem a dar informações diferentes daquelas das que fazem o trabalho.
Hoje saiu uma matéria no Folha Online que traz algumas informações importantes sobre prêmios vendidos para empresas e empresários. Seguramente existem empresas muito boas para se trabalhar, mas que não necessariamente foram ou serão contempladas com prêmios ou selos de qualidade. Por fim, o reconhecimento está em nossa percepção sobre a empresa em que trabalhamos e no que fazemos para que o ambiente seja o melhor possível, pois afinal de contas, estamos a maior parte de nosso tempo no trabalho e merecemos passar boas horas neste ambiente.
Para mais informações sobre a matéria de hoje, clique no link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u725643.shtml
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Mulher no ambiente corporativo
Será que realmente é difícil trabalhar com as mulheres? Como mulher, tendo a dizer que tenho ótimas colegas de trabalhos e outras, poucas, que são amigas nos dias de hoje. Com uma ou duas dessas colegas, posso dizer que terei amizade para sempre.
Por outro lado, no que diz respeito a ter uma chefe mulher...bem, as experiências não são tão felizes assim. Claro que é possível encontrar mulheres que são verdadeiras líderes, mas mesmo correndo o risco de parecer um tanto quanto machista, confesso que tive menos dificuldade de trabalhar com chefes do sexo masculino.
Por outro lado, no que diz respeito a ter uma chefe mulher...bem, as experiências não são tão felizes assim. Claro que é possível encontrar mulheres que são verdadeiras líderes, mas mesmo correndo o risco de parecer um tanto quanto machista, confesso que tive menos dificuldade de trabalhar com chefes do sexo masculino.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Conhecendo-se melhor
Acredito que uma das razões pelas quais resolvi iniciar esse blog, além da compilação de minhas próprias experiências, e de outros que porventura queiram me auxiliar neste trabalho, é o auto conhecimento.
Nada melhor do que exercitar a assertividade comigo mesmo, ou seja, me permitir ser totalmente honesta comigo, de forma clara e objetiva, sem, no entanto, me agredir ou agredir a qualquer outra pessoa.
Os fatos conflituosos pelos quais passo ou passei são fontes inesgotáveis que permitem que escreva aqui por muito tempo, mas será que os conflitos existem ou existiram porque as outras pessoas estão ou estavam erradas ou porque ninguém se permite, de fato, conhecer a si e ao outro?
Nada melhor do que exercitar a assertividade comigo mesmo, ou seja, me permitir ser totalmente honesta comigo, de forma clara e objetiva, sem, no entanto, me agredir ou agredir a qualquer outra pessoa.
Os fatos conflituosos pelos quais passo ou passei são fontes inesgotáveis que permitem que escreva aqui por muito tempo, mas será que os conflitos existem ou existiram porque as outras pessoas estão ou estavam erradas ou porque ninguém se permite, de fato, conhecer a si e ao outro?
"Sinto muito que o cumprimento do meu dever o irrite tanto"
Tenho lido vários textos ultimamente que me fazem pensar bastante sobre os acontecimentos mais corriqueiros na empresa e na vida privada.
Por exemplo, hoje li um artigo do Prof. Luiz Marins que trata exatamente sobre algo que vivi recentemente e imagino muitas pessoas vivem em suas atividades diárias.
Trata da irritação do outro em virtude do fato de cumprirmos nosso dever. Quantas vezes em nossas vidas profissionais ou pessoais, passamos por situações em que o simples cumprimento de nossas obrigações, irrita de forma estranha outra pessoa (chefe, subordinado, cliente, filho, marido, esposa e por ai vai).
O Prof. Luiz Marins termina o texto dizendo: "não sei se voce concorda ou não com este texto. Eu o escrevi, porque acredito ser meu dever de professor fazer as pessoas pensarem, e, portanto, mais uma vez, sinto muito se o cumprimento desse meu dever de professor o tenha irritado."
Sugiro visitar o site do professor e pesquisar um pouco mais sobre as obrigações dele: www.anthropos.com.br
Por exemplo, hoje li um artigo do Prof. Luiz Marins que trata exatamente sobre algo que vivi recentemente e imagino muitas pessoas vivem em suas atividades diárias.
Trata da irritação do outro em virtude do fato de cumprirmos nosso dever. Quantas vezes em nossas vidas profissionais ou pessoais, passamos por situações em que o simples cumprimento de nossas obrigações, irrita de forma estranha outra pessoa (chefe, subordinado, cliente, filho, marido, esposa e por ai vai).
O Prof. Luiz Marins termina o texto dizendo: "não sei se voce concorda ou não com este texto. Eu o escrevi, porque acredito ser meu dever de professor fazer as pessoas pensarem, e, portanto, mais uma vez, sinto muito se o cumprimento desse meu dever de professor o tenha irritado."
Sugiro visitar o site do professor e pesquisar um pouco mais sobre as obrigações dele: www.anthropos.com.br
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Comunicação sincera ou blá blá blá
Outro dia uma amiga disse que cometi "sincericídio". Achei o máximo essa coisa de sincericídio!
Fiquei pensando por algum tempo sobre isso, mas o fato é que ainda acho muito difícil não ser totalmente sincera. As vezes penso: puxa vida, tenho que falar o que sinto pra essa pessoa, afinal de contas, como posso me comunicar, trabalhar, desenvolver projetos com essa pessoa se ela não sabe exatamente o penso sobre suas atitudes no trabalho, sobre a forma como trata as outras pessoas, etc, etc, etc.
Essa amiga fez esse comentário, pois tive a ideia de conversar com uma colega de trabalho, aliás, por solicitação da própria, e dizer tudo aquilo que julgava inapropriado nas atitudes dela e que eram motivos de discórdia entre a equipe e as outras áreas da empresa.
Após essa conversa, que pareceu-me absolutamente esclarecedora e amistosa, a surpresa: COMEÇOU MEU CALVÁRIO!
Dali para a derrocada, e isso significou várias noites sem dormir, me alimentando mal, afastamento do chefe, tentativas de sabotagem e outras coisas mais.
Fim da história: pedi para o chefe que parasse de me "fritar" ou me "libertasse" daquela situação. Ele me libertou.
Fiquei feliz? Claro que não, mas não podia mais conviver com aquela situação e apesar de julgar que minha saída da empresa tenha sido absolutamente prematura, entendo hoje o conceito de "sincericídio".
Talvez não consiga ainda aplicar na íntegra a comunicação menos sincera, mas o fato é que o conceito foi aprendido.
Fiquei pensando por algum tempo sobre isso, mas o fato é que ainda acho muito difícil não ser totalmente sincera. As vezes penso: puxa vida, tenho que falar o que sinto pra essa pessoa, afinal de contas, como posso me comunicar, trabalhar, desenvolver projetos com essa pessoa se ela não sabe exatamente o penso sobre suas atitudes no trabalho, sobre a forma como trata as outras pessoas, etc, etc, etc.
Essa amiga fez esse comentário, pois tive a ideia de conversar com uma colega de trabalho, aliás, por solicitação da própria, e dizer tudo aquilo que julgava inapropriado nas atitudes dela e que eram motivos de discórdia entre a equipe e as outras áreas da empresa.
Após essa conversa, que pareceu-me absolutamente esclarecedora e amistosa, a surpresa: COMEÇOU MEU CALVÁRIO!
Dali para a derrocada, e isso significou várias noites sem dormir, me alimentando mal, afastamento do chefe, tentativas de sabotagem e outras coisas mais.
Fim da história: pedi para o chefe que parasse de me "fritar" ou me "libertasse" daquela situação. Ele me libertou.
Fiquei feliz? Claro que não, mas não podia mais conviver com aquela situação e apesar de julgar que minha saída da empresa tenha sido absolutamente prematura, entendo hoje o conceito de "sincericídio".
Talvez não consiga ainda aplicar na íntegra a comunicação menos sincera, mas o fato é que o conceito foi aprendido.
O que é melhor ser, líder ou chefe?
Acompanho o blog de uma americana, Patrícia Jackson, que me parece ser uma líder e coach bastante interessante. Enfim, gosto bastante dos textos dela, mas estão todos em inglês.
Um dos textos que achei bem interessante é: "O que é melhor: ser o chefe ou o líder?". Ela comenta sobre sua experiência desde a infância e os aprendizados ao longo da vida.
São dicas interessantes; portanto, se quiser saber mais, vá ao blog dela e leia tudo que já foi escrito: http://xpectresults.blogspot.com/2010/04/which-is-better-being-boss-or-being.html
Boa leitura!
Um dos textos que achei bem interessante é: "O que é melhor: ser o chefe ou o líder?". Ela comenta sobre sua experiência desde a infância e os aprendizados ao longo da vida.
São dicas interessantes; portanto, se quiser saber mais, vá ao blog dela e leia tudo que já foi escrito: http://xpectresults.blogspot.com/2010/04/which-is-better-being-boss-or-being.html
Boa leitura!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Crises e conflitos...continuação
Mais uma vez, as pessoas!
Como resolver situações em que voce tem informações, entretanto, não as recebeu de quem de fato deveria ter recebido, ou seja, de seu superior imediato, mas de quem está diretamente subordinado à voce? Pior ainda, essa informação diz respeito a voce e é caluniosa!
O que dizer de um gestor que ao invés de procurar entender o que está acontecendo com sua equipe, prefere acreditar em fofocas e, pior ainda, com todo o esmero faz de tudo para espalhar essa fofoca?
Ao espalhar essa fofoca, alimenta conflitos, coloca colegas de trabalhos uns contra os outros, faz com que o ambiente se torno hostil e cheio de melindres e desconfianças. Será que esse tipo de "gestão por conflito" resulta em benefício para a empresa? Será que a alta cúpula tem consciência desse formato de gestão? Quem perguntará à alta cúpula? Como abordar esse tema?
Como resolver situações em que voce tem informações, entretanto, não as recebeu de quem de fato deveria ter recebido, ou seja, de seu superior imediato, mas de quem está diretamente subordinado à voce? Pior ainda, essa informação diz respeito a voce e é caluniosa!
O que dizer de um gestor que ao invés de procurar entender o que está acontecendo com sua equipe, prefere acreditar em fofocas e, pior ainda, com todo o esmero faz de tudo para espalhar essa fofoca?
Ao espalhar essa fofoca, alimenta conflitos, coloca colegas de trabalhos uns contra os outros, faz com que o ambiente se torno hostil e cheio de melindres e desconfianças. Será que esse tipo de "gestão por conflito" resulta em benefício para a empresa? Será que a alta cúpula tem consciência desse formato de gestão? Quem perguntará à alta cúpula? Como abordar esse tema?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Gestão da crise e do conflito
As empresas são feitas de pessoas, mas muitas vezes temos o hábito de dizer: "na minha empresa nada é possível, não me dão chance de crescer, não se dá mérito a quem de fato tem mérito, etc", entretanto, esquecemos que não é a empresa que não faz isso ou aquilo, mas sim as pessoas que a comandam.
Pessoas, pessoas, pessoas...como é difícil conviver com as pessoas!
Difícil mas absolutamente necessário, portanto, vamos pensar em como gerir crises e conflitos nas empresas de modo a tirar disso uma experiência que valha para nossas vidas.
Talvez seja muito mais fácil falar do que fazer algo, porque durante a rotina de nossos dias, enquanto as coisas estão acontecendo e os vários pratos estão sendo equilibrados ao mesmo tempo, não parece haver espaço para o diálogo e a conciliação. A gana de resolver os problemas e não dar atenção às causas acabam por falar mais alto.
É muito importante resolver os problemas na medida em que eles acontecem, mas é ainda mais importante identificar os motivos que fizeram com que os problemas surgissem, portanto, ainda acredito no diálogo como a melhor forma de entendimento e resolução de conflitos. Esse diálogo deve, no entanto, ser conduzido de modo a levar as pessoas envolvidas ao melhor conhecimento de seus limites e dos limites do outro.
Pessoas, pessoas, pessoas...como é difícil conviver com as pessoas!
Difícil mas absolutamente necessário, portanto, vamos pensar em como gerir crises e conflitos nas empresas de modo a tirar disso uma experiência que valha para nossas vidas.
Talvez seja muito mais fácil falar do que fazer algo, porque durante a rotina de nossos dias, enquanto as coisas estão acontecendo e os vários pratos estão sendo equilibrados ao mesmo tempo, não parece haver espaço para o diálogo e a conciliação. A gana de resolver os problemas e não dar atenção às causas acabam por falar mais alto.
É muito importante resolver os problemas na medida em que eles acontecem, mas é ainda mais importante identificar os motivos que fizeram com que os problemas surgissem, portanto, ainda acredito no diálogo como a melhor forma de entendimento e resolução de conflitos. Esse diálogo deve, no entanto, ser conduzido de modo a levar as pessoas envolvidas ao melhor conhecimento de seus limites e dos limites do outro.
Geração Y e seus dilemas
O prof. Fabiano Caxito fez uma pesquisa sobre a geração Y e o mercado de trabalho que foi mencionada hoje pelo Max Gehringer na Rádio CBN. Listo alguns dos principais tópicos dessa pesquisa de acordo com a mátéria:
1) 84% dos jovens querem ser ouvidos, mas só 65% consideram que a empresa os ouve;
2) 82% buscam equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida, mas 56% confessam que não apenas não têm esse equilíbrio, como ainda se sentem estressados no ambiente de trabalho;
3) 87% desejam que a empresa lhes dê oportunidades para aprender continuamente, mas apenas 25% dizem que estão tendo oportunidades;
4) 78% querem reconhecimento por seus méritos, mas somente 27% afirmam que estão tendo.
Além disso, os jovens da geração Y não apreciam a hierarquia rígida e acreditam que o poder nas empresas devem ser compartilhados, estão preocupados com questões sociais e com o meio ambiente e querem trabalhar em empresas que enxergam além dos resultados financeiros.
Segundo Max Gheringer, é claro que existirá um choque entre a percepção de como o mundo corporativo deveria ser e como de fato é, no momento em que uma pessoa da geração Y entrar no mercado de trabalho. Com certeza terão que abrir mão de alguns de seus sonhos e tornarão normas outros, pois estes serão os gestores do futuro.
Por outro lado, acredito que guardadas as devidas proporções, as expectativas da geração Y não são diferentes das minhas e de muitos amigos meus que estão na mesma faixa etária (geração X).
1) 84% dos jovens querem ser ouvidos, mas só 65% consideram que a empresa os ouve;
2) 82% buscam equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida, mas 56% confessam que não apenas não têm esse equilíbrio, como ainda se sentem estressados no ambiente de trabalho;
3) 87% desejam que a empresa lhes dê oportunidades para aprender continuamente, mas apenas 25% dizem que estão tendo oportunidades;
4) 78% querem reconhecimento por seus méritos, mas somente 27% afirmam que estão tendo.
Além disso, os jovens da geração Y não apreciam a hierarquia rígida e acreditam que o poder nas empresas devem ser compartilhados, estão preocupados com questões sociais e com o meio ambiente e querem trabalhar em empresas que enxergam além dos resultados financeiros.
Segundo Max Gheringer, é claro que existirá um choque entre a percepção de como o mundo corporativo deveria ser e como de fato é, no momento em que uma pessoa da geração Y entrar no mercado de trabalho. Com certeza terão que abrir mão de alguns de seus sonhos e tornarão normas outros, pois estes serão os gestores do futuro.
Por outro lado, acredito que guardadas as devidas proporções, as expectativas da geração Y não são diferentes das minhas e de muitos amigos meus que estão na mesma faixa etária (geração X).
domingo, 18 de abril de 2010
E a segunda está ai!
Quando se gosta demais do que se faz, a segunda-feira é esperada com toda a ansiedade. Afinal de contas, o que pode haver de mais gostoso do que chegar na empresa e desenvolver as tarefas do dia-a-dia, mas também criar coisas novas, novas formas de fazer a mesma coisa e dividir alegrias do final de semana com os colegas de trabalho.
Por outro lado, se voce não tem vida no final de semana e pior ainda, se não gosta do que faz, então esqueça...a sua segunda-feira será a mais pesada possível. Garanto que demorará uma eternidade para acabar.
Como podemos fazer daquilo com o que trabalhamos, mesmo que não seja o que sonhamos fazer, uma parte muito agradável de nossas vidas?
Por outro lado, se voce não tem vida no final de semana e pior ainda, se não gosta do que faz, então esqueça...a sua segunda-feira será a mais pesada possível. Garanto que demorará uma eternidade para acabar.
Como podemos fazer daquilo com o que trabalhamos, mesmo que não seja o que sonhamos fazer, uma parte muito agradável de nossas vidas?
sábado, 17 de abril de 2010
Questões corriqueiras
Todos os dias vamos para a empresa com, no mínimo, o objetivo de fazermos valer o salário, certo? Supondo que a resposta foi positiva, então pergunto: porque, afinal de contas, muitas vezes sentimos que o salário pago não vale o estresse e a frustração vivida?
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