quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O que dizem os especialistas...

Já escutei alguns especialistas dizendo que ao chegar num novo ambiente de trabalho, o melhor mesmo é não fazer comentários sobre a empresa anterior. Ok, entendo que não devamos falar mal da empresa anterior, que não devamos nos queixar sobre nosso antigo empregador, entretanto, que prejuízo pode haver fazermos comentários sobre cases de sucesso ou insucesso que fizeram parte de nossa realidade durante o período em que passamos em outra empresa?
Será que esses cases não podem servir de apoio ou ponto de partida para algum projeto que venha a ser desenvolvido no novo emprego?

sábado, 6 de novembro de 2010

É melhor saber ou ser ignorante?

Essa é uma pergunta que me faço repetidas vezes, principalmente quando sou informada sobre algo que nem me passava pela cabeça e fico com aquela cara de um personagem do Jô Soares (ah é, é?).
Será que permanecer na mais completa ignorância nos faz mais felizes? Claro que estou aqui discorrendo sobre temas corporativos, pois não quero estar na mais completa ignorância quando tratar de assuntos pessoais, familiares ou até mesmo da política brasileira.
Entretanto, como trabalhar com informações que não lhe servirão de nada, pois voce não poderá tomar nenhuma atitude em relação ao que lhe está sendo informado e fazer com que aquilo interfira o mínimo possível nas suas atividades do dia a dia e até mesmo, que não interfira no tratamento que dá às pessoas?
Fica aqui o questionamento com a esperança de que alguém tenha boas idéias de como devemos trabalhar esses aspectos no ambiente de trabalho.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Chefes. Será que existem chefes admirados por seus subordinados?

Pois é, acho que está é uma pergunta que muitos se fazem e fazem aos outros também.
Eu acredito que existam chefes admirados por seus subordinados, porque já tive a ótima experiência de trabalhar com superiores hierarquicos com grande habilidade na gestão dos negócios e das pessoas. Por outro lado, tive outras tantas oportunidades em trabalhar com pessoas, hierarquicamente superiores, com as quais aprendi como não fazer a gestão (se é que posso chamar de gestão o que fizeram ou fazem).
Enfim, de qualquer modo, mesmo com as pessoas com as quais convivi e que não me identifiquei, ainda assim posso afirmar que aprendi.
De qualquer modo, é interessante analisar o ser humano do ponto de vista da fraqueza e inabilidade que demonstram quando se tornam gestores de algo ou alguém. Difícil entender o que acontece na cabeça das pessoas que as fazem pensar que se forem carrascos, crueis, se fizerem a gestão pelo conflito ou pelo terror, terão mais sucesso do que se fizerem a gestão pela parceria, pelo trabalho em equipe e pelo reconhecimento.
Claro que entendo que quando lidamos com pessoas, afinal de contas é sobre isso que estou escrevendo, muitas vezes temos que ser mais enérgicos, diretos e muitas vezes até mandar e não pedir, pois existem pessoas que não entendem o que é o trabalho em equipe e pode trazer grandes prejuízos ao negócio. Entrentanto, até essas pessoas são passíveis de aprender com o tempo, mas para isso precisam ter um "mentor" que as acompanhem de perto e que possibilitem seu desenvolvimento.
Por esta razão é que acredito que os chefes são seres importantes, já que os resultados financeiros não se sobrepõem aos resultados de um belo trabalho em equipe. Digo isso porque o resultado financeiro positivo pode até ser alcançado através do massacre dos colaboradores por parte de chefes tiranos, mas esse resultado não se manterá por muito tempo já que pessoas insatisfeitas geram grande rotatividade e/ou a contaminação do ambiente. O resultado dessa insatisfação será apurado no final através da demonstração do resultado financeiro.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Poder & Amor

Assisti dois dias atrás a palestra de Adam Kahane, autor do livro: Poder & amor : teoria e prática da mudança social.
Ainda não iniciei a leitura do livro, entretanto, uma coisa me chamou atenção nesta palestra: quando ele mencionou que é preciso utilizar 100% do poder e 100% do amor na gestão de nossos negócios e negociações. Uma questão ficou em minha cabeça: e se o que tenho como característica corresponde a 70% de poder e 30% de amor? Mesmo fazendo uso de 100% de cada um desses ingredientes ainda não posso garantir que será o suficiente para exercer um bom papel na organização em que estou inserido e nem tampouco para minha equipe. Dessa forma, minha singela opinião, sem ainda ter lido o livro, é de que devemos desenvolver ambas as características de modo que fiquemos o mais equilibrados possível, certo?
Deve ser possível, pois acredito ter conhecido pessoas assim, mas acho também que é necessário ter a humildade de admitir as dificuldades para se alcançar esse equilíbrio e saber pedir ajuda.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ninguém é insubstituível?

Esse texto foi graciosamente compartilhado comigo por um colega de trabalho, pois seguimos mais ou menos a mesma linha de raciocínio no que tange as relações corporativas. Obrigada meu amigo!

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível".

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ..".

É bom para refletir e se valorizar!"

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Relacionamento Interpessoal? O que é isso?

Hoje em dia, praticamente todas as vagas de emprego listam como uma das características procuradas no candidato o bom relacionamento interpessoal.
Entretanto, muitas pessoas pensam: "como será avaliado este aspecto durante o processo de seleção?"
Entendo que a forma mais provável de se analisar isto deva ser através da realização de uma dinâmica, onde o avaliador fará com que os candidatos passem por situações onde tenham que expressar sentimentos e, assim, criar um ambiente de adversidade. É claro que as pessoas com vasta experiência em processos de seleção e com o auto-controle bastante desenvolvido terão a possibilidade de se sair bem no processo e podeM até "enganar" o recrutador. Mas é importante dizer que essa máscara cairá mais cedo ou mais tarde, pois no dia-a-dia é pouco provável que QUEM não saiba trabalhar em equipe consiga se maNter impassível diante das situações que lhe forem apresentadas. Isso fará com que essa pessoa se descontrole e crie um clima bastante desfavorável, afetando inclusive o clima organizacional.
Por esta razão, é imprescindível termos o gestor desempenhando o papel para o qual deve ter sido preparado. É o gestor que deve administrar o conflito e fazer com que o clima seja agradável.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Feedback para o chefe. É possível?

Partindo do pressuposto de que o feedback para o chefe será sobre fatos observados, vistos e percebidos, a resposta é sim. Entretanto, é preciso saber se realmente o seu chefe está preparado para receber o feedback. O melhor é que o chefe solicite o feedback, mas ainda assim deve haver respeito mútuo entre ambas a partes para que isso aconteça.
Desse modo, é ainda necessário não se deixar levar pela emoção, é preciso se colocar no lugar do outro e tentar entender qual a linha de raciocínio dessa pessoa, como age e como ela se sentirá ao receber a informação e avaliação que voce fará de seus atos e decisões.
Por fim mas não menos importante, é necessário aceitar o outro e entender que seu feedback não deve ter como intenção que o outro mude seu jeito de ser, pois realmente essa não é a função do feedback. Meu entendimento é de que o feedback é a ferramenta que auxilia as pessoas a se desenvolverem.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Existe a empresa certa para se trabalhar?

Tenho como filosofia de vida pensar que o lugar não faz diferença, mas as pessoas fazem a diferença para o lugar. Por esta razão, imagino que não exista o emprego certo, existe a carreira que voce escolheu seguir e sua vocação para desempenhar aquela atividade.
Por outro lado, diversas vezes escutamos pessoas que se dizem insatisfeitas com a empresa em que trabalham. Será que o problema é realmente a empresa?
Li um artigo bem interessante sobre este tema e compartilho o link com voces, pois pode servir de insite para tomada de decisão: http://www.careercenter.com.br/?sessao=noticias&pagina=ler_midia&nid=1538

Boa leitura!

domingo, 25 de abril de 2010

As melhores empresas para se trabalhar

Durante minha pós-graduação, tive oportunidade de conversar com um palestrante que foi falar sobre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Naquela ocasião, a empresa primeira colocada no ranking era a mesma em que um amigo meu trabalhava. Curiosamente, quando comentei com esse amigo os critérios estabelecidos para que sua empresa recebesse o prêmio, ele dizia-se incomodado, pois ao contrário do que a suposta pesquisa havia coletado, as características da empresa que eram consideradas pontos fortes, eram odiadas pelos colaboradores, não seriam consideradas como vantagens e muito menos entrariam numa pesquisa como diferenciais de qualidade de vida na empresa.
Desse modo, podemos concluir que eventualmente as pessoas consultadas em pesquisas como essa, podem não ser as pessoas que estão no front line ou ainda, talvez essas pessoas tenham outros interesses que as levem a dar informações diferentes daquelas das que fazem o trabalho.
Hoje saiu uma matéria no Folha Online que traz algumas informações importantes sobre prêmios vendidos para empresas e empresários. Seguramente existem empresas muito boas para se trabalhar, mas que não necessariamente foram ou serão contempladas com prêmios ou selos de qualidade. Por fim, o reconhecimento está em nossa percepção sobre a empresa em que trabalhamos e no que fazemos para que o ambiente seja o melhor possível, pois afinal de contas, estamos a maior parte de nosso tempo no trabalho e merecemos passar boas horas neste ambiente.
Para mais informações sobre a matéria de hoje, clique no link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u725643.shtml

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mulher no ambiente corporativo

Será que realmente é difícil trabalhar com as mulheres? Como mulher, tendo a dizer que tenho ótimas colegas de trabalhos e outras, poucas, que são amigas nos dias de hoje. Com uma ou duas dessas colegas, posso dizer que terei amizade para sempre.
Por outro lado, no que diz respeito a ter uma chefe mulher...bem, as experiências não são tão felizes assim. Claro que é possível encontrar mulheres que são verdadeiras líderes, mas mesmo correndo o risco de parecer um tanto quanto machista, confesso que tive menos dificuldade de trabalhar com chefes do sexo masculino.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Conhecendo-se melhor

Acredito que uma das razões pelas quais resolvi iniciar esse blog, além da compilação de minhas próprias experiências, e de outros que porventura queiram me auxiliar neste trabalho, é o auto conhecimento.
Nada melhor do que exercitar a assertividade comigo mesmo, ou seja, me permitir ser totalmente honesta comigo, de forma clara e objetiva, sem, no entanto, me agredir ou agredir a qualquer outra pessoa.
Os fatos conflituosos pelos quais passo ou passei são fontes inesgotáveis que permitem que escreva aqui por muito tempo, mas será que os conflitos existem ou existiram porque as outras pessoas estão ou estavam erradas ou porque ninguém se permite, de fato, conhecer a si e ao outro?

"Sinto muito que o cumprimento do meu dever o irrite tanto"

Tenho lido vários textos ultimamente que me fazem pensar bastante sobre os acontecimentos mais corriqueiros na empresa e na vida privada.
Por exemplo, hoje li um artigo do Prof. Luiz Marins que trata exatamente sobre algo que vivi recentemente e imagino muitas pessoas vivem em suas atividades diárias.
Trata da irritação do outro em virtude do fato de cumprirmos nosso dever. Quantas vezes em nossas vidas profissionais ou pessoais, passamos por situações em que o simples cumprimento de nossas obrigações, irrita de forma estranha outra pessoa (chefe, subordinado, cliente, filho, marido, esposa e por ai vai).
O Prof. Luiz Marins termina o texto dizendo: "não sei se voce concorda ou não com este texto. Eu o escrevi, porque acredito ser meu dever de professor fazer as pessoas pensarem, e, portanto, mais uma vez, sinto muito se o cumprimento desse meu dever de professor o tenha irritado."
Sugiro visitar o site do professor e pesquisar um pouco mais sobre as obrigações dele: www.anthropos.com.br

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Comunicação sincera ou blá blá blá

Outro dia uma amiga disse que cometi "sincericídio". Achei o máximo essa coisa de sincericídio!
Fiquei pensando por algum tempo sobre isso, mas o fato é que ainda acho muito difícil não ser totalmente sincera. As vezes penso: puxa vida, tenho que falar o que sinto pra essa pessoa, afinal de contas, como posso me comunicar, trabalhar, desenvolver projetos com essa pessoa se ela não sabe exatamente o penso sobre suas atitudes no trabalho, sobre a forma como trata as outras pessoas, etc, etc, etc.
Essa amiga fez esse comentário, pois tive a ideia de conversar com uma colega de trabalho, aliás, por solicitação da própria, e dizer tudo aquilo que julgava inapropriado nas atitudes dela e que eram motivos de discórdia entre a equipe e as outras áreas da empresa.
Após essa conversa, que pareceu-me absolutamente esclarecedora e amistosa, a surpresa: COMEÇOU MEU CALVÁRIO!
Dali para a derrocada, e isso significou várias noites sem dormir, me alimentando mal, afastamento do chefe, tentativas de sabotagem e outras coisas mais.
Fim da história: pedi para o chefe que parasse de me "fritar" ou me "libertasse" daquela situação. Ele me libertou.
Fiquei feliz? Claro que não, mas não podia mais conviver com aquela situação e apesar de julgar que minha saída da empresa tenha sido absolutamente prematura, entendo hoje o conceito de "sincericídio".
Talvez não consiga ainda aplicar na íntegra a comunicação menos sincera, mas o fato é que o conceito foi aprendido.

O que é melhor ser, líder ou chefe?

Acompanho o blog de uma americana, Patrícia Jackson, que me parece ser uma líder e coach bastante interessante. Enfim, gosto bastante dos textos dela, mas estão todos em inglês.
Um dos textos que achei bem interessante é: "O que é melhor: ser o chefe ou o líder?". Ela comenta sobre sua experiência desde a infância e os aprendizados ao longo da vida.
São dicas interessantes; portanto, se quiser saber mais, vá ao blog dela e leia tudo que já foi escrito: http://xpectresults.blogspot.com/2010/04/which-is-better-being-boss-or-being.html
Boa leitura!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Crises e conflitos...continuação

Mais uma vez, as pessoas!
Como resolver situações em que voce tem informações, entretanto, não as recebeu de quem de fato deveria ter recebido, ou seja, de seu superior imediato, mas de quem está diretamente subordinado à voce? Pior ainda, essa informação diz respeito a voce e é caluniosa!
O que dizer de um gestor que ao invés de procurar entender o que está acontecendo com sua equipe, prefere acreditar em fofocas e, pior ainda, com todo o esmero faz de tudo para espalhar essa fofoca?
Ao espalhar essa fofoca, alimenta conflitos, coloca colegas de trabalhos uns contra os outros, faz com que o ambiente se torno hostil e cheio de melindres e desconfianças. Será que esse tipo de "gestão por conflito" resulta em benefício para a empresa? Será que a alta cúpula tem consciência desse formato de gestão? Quem perguntará à alta cúpula? Como abordar esse tema?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Gestão da crise e do conflito

As empresas são feitas de pessoas, mas muitas vezes temos o hábito de dizer: "na minha empresa nada é possível, não me dão chance de crescer, não se dá mérito a quem de fato tem mérito, etc", entretanto, esquecemos que não é a empresa que não faz isso ou aquilo, mas sim as pessoas que a comandam.
Pessoas, pessoas, pessoas...como é difícil conviver com as pessoas!
Difícil mas absolutamente necessário, portanto, vamos pensar em como gerir crises e conflitos nas empresas de modo a tirar disso uma experiência que valha para nossas vidas.
Talvez seja muito mais fácil falar do que fazer algo, porque durante a rotina de nossos dias, enquanto as coisas estão acontecendo e os vários pratos estão sendo equilibrados ao mesmo tempo, não parece haver espaço para o diálogo e a conciliação. A gana de resolver os problemas e não dar atenção às causas acabam por falar mais alto.
É muito importante resolver os problemas na medida em que eles acontecem, mas é ainda mais importante identificar os motivos que fizeram com que os problemas surgissem, portanto, ainda acredito no diálogo como a melhor forma de entendimento e resolução de conflitos. Esse diálogo deve, no entanto, ser conduzido de modo a levar as pessoas envolvidas ao melhor conhecimento de seus limites e dos limites do outro.

Geração Y e seus dilemas

O prof. Fabiano Caxito fez uma pesquisa sobre a geração Y e o mercado de trabalho que foi mencionada hoje pelo Max Gehringer na Rádio CBN. Listo alguns dos principais tópicos dessa pesquisa de acordo com a mátéria:
1) 84% dos jovens querem ser ouvidos, mas só 65% consideram que a empresa os ouve;
2) 82% buscam equilíbrio entre trabalho e qualidade de vida, mas 56% confessam que não apenas não têm esse equilíbrio, como ainda se sentem estressados no ambiente de trabalho;
3) 87% desejam que a empresa lhes dê oportunidades para aprender continuamente, mas apenas 25% dizem que estão tendo oportunidades;
4) 78% querem reconhecimento por seus méritos, mas somente 27% afirmam que estão tendo.
Além disso, os jovens da geração Y não apreciam a hierarquia rígida e acreditam que o poder nas empresas devem ser compartilhados, estão preocupados com questões sociais e com o meio ambiente e querem trabalhar em empresas que enxergam além dos resultados financeiros.
Segundo Max Gheringer, é claro que existirá um choque entre a percepção de como o mundo corporativo deveria ser e como de fato é, no momento em que uma pessoa da geração Y entrar no mercado de trabalho. Com certeza terão que abrir mão de alguns de seus sonhos e tornarão normas outros, pois estes serão os gestores do futuro.
Por outro lado, acredito que guardadas as devidas proporções, as expectativas da geração Y não são diferentes das minhas e de muitos amigos meus que estão na mesma faixa etária (geração X).

domingo, 18 de abril de 2010

E a segunda está ai!

Quando se gosta demais do que se faz, a segunda-feira é esperada com toda a ansiedade. Afinal de contas, o que pode haver de mais gostoso do que chegar na empresa e desenvolver as tarefas do dia-a-dia, mas também criar coisas novas, novas formas de fazer a mesma coisa e dividir alegrias do final de semana com os colegas de trabalho.
Por outro lado, se voce não tem vida no final de semana e pior ainda, se não gosta do que faz, então esqueça...a sua segunda-feira será a mais pesada possível. Garanto que demorará uma eternidade para acabar.
Como podemos fazer daquilo com o que trabalhamos, mesmo que não seja o que sonhamos fazer, uma parte muito agradável de nossas vidas?

sábado, 17 de abril de 2010

Questões corriqueiras

Todos os dias vamos para a empresa com, no mínimo, o objetivo de fazermos valer o salário, certo? Supondo que a resposta foi positiva, então pergunto: porque, afinal de contas, muitas vezes sentimos que o salário pago não vale o estresse e a frustração vivida?